terça-feira, 19 de julho de 2011

Porque a Flor de Lis?

                      band_escoteiros
Em 1924, Lord Baden-Powell o criador e fundador do movimento escoteiro escreveu um artigo pouco conhecido por todos, provavelmente editado na revista The Scout (O Escoteiro), que a seguir transcrevemos:
lis01“O emblema Flor de Lis, símbolo de paz e pureza. A história da Flor de Lis enquanto emblema remonta a muitos séculos atrás, senão mesmo milhares de anos. Na Índia antiga, simbolizava a vida e a ressurreição, enquanto que no Egito era um atributo do deus Horus, cerca de 2000 anos antes de Cristo.
Alguns anos atrás, enquanto era ajudante de campo no meu Regimento, descobri que alguns jovens recrutas eram pouco melhores do que rapazes meio educados. Após alguns anos, quando comandava um esquadrão de cavalaria na Irlanda, treinava os meus homens a serem exploradores, para além dos seus deveres ordinários de combater nas fileiras.
Ensinei-os a encontrar o seu caminho através de territórios desconhecidos lendo e desenhando mapas e redigindo relatórios daquilo que tinham visto, cada homem por si, de noite e de dia; a atravessar rios com os seus cavalos, cozinhar a sua comida, seguir rastos e a manterem-se camuflados enquanto observavam o inimigo. Pensei que algum mérito lhes era devido e conseguir autorização do Departamento de Guerra para conceder a cada homem que se qualificasse como explorador, um emblema que o distinguisse.
Escolhi a Flor de Lis, que apontava no norte nas bússolas, pois, tal como o compasso, estes exploradores podiam mostrar o caminho certo para atravessar um território desconhecido.
flordelis_explorador_insignia

Flor de Lis de metal, semelhante à usada pelo Explorador da imagem a baixo(desenhada por Baden-Powell em 1897, quanto estava ao serviço do 5th Dragoon Guards e atribuída aos exploradores militares que tinha treinado.). Foi adotada no exército britânico em 1905 sendo usada até ao final da I Grande Guerra, em 1918. Foi feita em dois tamanhos, sendo a maior a de 1ª classe e a pequena de 2ª classe, cada uma com ou sem a barra horizontal. 
flordelis_explorador 
Explorador do Exército, usando a Flor de Lis no braço direito.
Quando os Escoteiros começaram, anos mais tarde, usei o mesmo emblema para eles, pois, tal como nos exploradores militares, que através do desenvolvimento do seu sentido de dever e hombridade podiam prestar uma ajuda valiosa ao exército, assim os Escuteiros podiam prestar um igualmente valioso serviço ao seu país".
 simb_escoteiro O atual significado que se deve ler da Flor de Lis é que aponta na direção certa e para cima, não virando nem à esquerda nem à direita, uma vez que estes caminhos poderiam levar de novo para trás. As estrelas nas pétalas também podem ser interpretadas como indicação de caminho a evitar, embora o seu significado mais conhecido seja o dos dois olhos do Lobinho que se abriram antes de se tornar Escoteiro, quando obteve a sua insígnia.
As três pétalas da flor de lis relembram ao Escoteiro os três artigos da sua Promessa.


fontes: http://www.scoutingmilestones.freeserve.co.uk/ 
http://inkwebane.cne-escutismo.pt/Default.aspx?tabid=468 
Copyright C.R. Walker©, 2001

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Demorou mais saiu galera! Os soninhos do Acampamento!

Presta Atenção Galera nos "soninhos" do acampamento dos 25 anos do Guayporé!
Clica que a imagem amplia, muito bom!

Fala sério se não tem uns que são bem fofinhos!
nem a chefia escapou! tem chefe que dorme sério né?
Sempre Alerta!

sábado, 16 de julho de 2011

A CARTA DE DESPEDIDA DE BADEN POWELL!

Escoteiros: Se porventura vocês tiverem visto a peça ‘Peter Pan’, deverão estar lembrados de que o capitão pirata faz antecipadamente seu último discurso, porque receava que, possivelmente, quando chegasse sua hora, não teria tempo para fazê-lo. 

Acontece quase a mesma coisa comigo e, embora neste momento, eu não esteja morrendo – mas creio que este dia se aproxima –, quero enviar a vocês uma palavra de despedida. Pensem que estas serão as últimas palavras que dirij o a vocês e, por isso, peço que as leiam e reflitam profundamente sobre elas. 

Eu vivi uma vida muito feliz. Por isso, desejo que cada um de vocês também tenha uma vida feliz. Acredito que Deus nos colocou neste mundo maravilhoso para que sejamos felizes e para que aproveitemos a vida. A felicidade não provém do fato de sermos ricos, nem de sermos bem-sucedidos em nossas carreiras e, tampouco, de sermos complacentes com nós mesmos. 

O primeiro passo rumo à felicidade é dado quando, ainda jovens, nós nos empenhamos em nos tornar saudáveis e fortes. Assim, quando chegarmos à idade adulta, seremos pessoas úteis ao mundo e poderemos aproveitar a vida. 

O estudo da natureza mostrará que Deus criou o mundo repleto de coisas belas e maravilhosas para vocês desfrutarem das mesmas. Alegrem-se com o que receberam e façam bom proveito disso. Olhem para o lado brilhante das coisas, ao invés do seu lado sombrio. 

Contudo, o verdadeiro caminho rumo à felicidade está em fazer outra pessoa feliz. Tentem deixar este mundo um pouco melhor do que o encontraram e, quando chegar a hora de vocês, que possam partir felizes com o sentimento de que, pelo menos, não desperdiçaram o tempo, mas sim, fizeram o melhor que puderam.

Para viverem e morrerem felizes, tenham este pensamento como guia e, sem esquecer o lema ‘Sempre Alerta!’, sejam sempre fiéis à Promessa Escoteira e às suas regras, mesmo quando já forem adultos. Que Deus os proteja e os ajude a cumpri-la.

Vosso amigo, 

Baden-Powell





(foi encontrada, entre suas coisas, a “Carta de Despedida de B-P”)
fonte: Tropa escoteira Poeta Renato Caldas 28/RN.

*Historia de Lord Baden Powell*

O início


Em 22 de fevereiro de 1857 nasceu, em Londres, capital da Inglaterra, o menino Robert Stephenson Smith Baden-Powell, que mais tarde seria famoso no mundo inteiro, como Fundador do Escotismo.

Sendo o mais novo dos irmãos, o menino Robert teve, na companhia dos irmãos mais velhos, uma infância muito divertida, pois Londres daquele tempo era muito diferente da grande cidade de hoje, ainda oferecia muita facilidade para folguedos ao ar livre. Assim, desde menino, Baden-Powell aprendeu, em caminhadas e excursões, a cuidar de si mesmo e ter confiança em si. Embora órfão de pai, sempre encontrou na mãe e em seus irmãos o apoio necessário, e mais tarde lembrava-se da infância, como um tempo muito feliz.

B-P.fez seus estudos em escolas públicas, onde era muito popular e querido por todos, colegas e professores. Nas férias, ele sempre aproveitava para acampar com seus irmãos mais velhos.

Quando terminou os estudos secundários, Baden-Powell ingressou no exército.



Início da carreira militar

Aos 19 anos, Baden-Powel terminou os estudos na Escola Charterhouse e aceitou imediatamente uma oportunidade de ir à Índia como subtenente do regimento que formara a ala direita da cavalaria na célebre "Carga da Cavalaria Ligeira" da Guerra da Criméia.

Além de uma carreira excelente no serviço militar (chegou a capitão aos vinte e seis anos), ganhou o troféu desportivo mais desejado de toda a Índia, o troféu de "sangrar o porco", caça ao javali selvagem, a cavalo, tendo como única arma uma lança curta. Vocês compreenderão como este desporto é perigoso ao saber que o javali selvagem é habitualmente citado como "o único animal que se atreve a beber água no mesmo bebedouro com um tigre".

Em 1887, B-P participou da campanha contra os Zulus na África. Foi ascendido a Major en 1889, e em Abril de 1896 dirigiu uma expedicão contra os matabele em Rodésia.

Dias depois de uma revolta de negros que massacraram 300 colonos britânicos, o coronel cercou o chefe dos guerreiros chamado Uwini com mais de 350 soldados.

Os ingleses prometeram poupar a vida aos guerreiros em troca da rendição. As autoridades civis pediram que ele fosse entregue para ser preso, porem Baden, recusou e mandou-o executar com o argumento de que ameaçava os britânicos. Em 2009, Robin Clay, neto de Baden-Powell, desculpou-o no Times: "Todos cometemos erros. Na guerra as emoções estão ao rubro. Faz-se o que se pensa estar certo."

Esta era um época formativa para B-P não só porque ele tinha a época da vida dirigindo missões como chefe do reconhecimento no território inimigo na Rodésia, mas também porque muitas das suas ideias mais recentes do escotismo se arraizaram aqui.[3] Foi nesta guerra que ele começou uma amizade com o escuteiro americano celebrado Frederick Russell Burnham, que o introduziu ao ponto de ebulição a maneira do Oeste americano e do woodcraft (escutismo), e aquí que ele usou seu chapéu Stetson pela primeira vez.[4] Mais tarde B-P participou na campanha contra a tribo dos Ashantís. Os nativos temiam-no tanto que lhe davam o nome de "Impeesa", o "lobo-que-nunca-dorme", devido à sua coragem, à sua perícia como explorador e à sua impressionante habilidade em seguir pistas.

As promoções de B-P na carreira militar eram quase automáticas tal a regularidade com que ocorriam até que, subitamente se tornou famoso.


Nota: "Baden-Powell é um scout maravilhosamente capaz e rápido em esboços. Não conheço outro que poderia ter feito o trabalho em Mafeking se as mesmas circunstâncias fossem impostas. Todos os bocados do conhecimento que recolheu estudiosamente foram utilizadas na protecção da comunidade".
Extrato O sitio de Mafeking abandonado pelos Boeres, Frederick Russell Burnham entrevistado por o jornal Times of London, 19 Maio 1900).



Corria o ano de 1899 e Baden-Powell tinha sido promovido a Coronel. Na África do Sul começava uma agitação e as relações entre a Inglaterra e o governo da República de Transval tinham chegado ao ponto do rompimento. B-P recebeu ordens de organizar dois batalhões de carabineiros montados e marchar para Mafeking, uma cidade no coração da África do Sul. "Quem tem Mafeking tem as rédeas da África do Sul", era um dito corrente entre os nativos, que se verificou ser verdadeiro.

Veio a guerra dos Boers, e durante 217 dias (a partir de 13 de Outubro de 1899) B-P defendeu Mafeking cercada por forças esmagadoramente superiores do inimigo, até que tropas de socorro conseguiram finalmente abrir caminho lutando para auxiliá-lo, no dia 18 de maio de 1900.

B-P, promovido agora ao posto de major-general, tornou-se um herói aos olhos de seus compatriotas. Foi como um herói dos adultos e das crianças que em 1901 ele regressou da África do Sul para a Inglaterra e descobriu, surpreso, que a sua popularidade pessoal dera popularidade ao livro que escrevera para militares: Aids to Scouting (Ajudas à Exploração Militar). O livro estava sendo usado como um compêndio nas escolas masculinas. B-P viu nisto um desafio. Compreendeu que estava aí a oportunidade de ajudar a juventude.

Ideia do escotismo 
Se um livro para adultos sobre as actividades dos exploradores podia exercer tal atracção sobre os rapazes e servir-lhes de fonte de inspiração, outro livro, escrito especialmente para rapazes, poderia despertar muito maior interesse.

Pôs-se então a trabalhar, aproveitando e adaptando sua experiência na Índia e na África entre os Zulus e outras tribos selvagens. Reuniu uma biblioteca especial e estudou nestes livros os métodos usados em todas as épocas para a educação e o adestramento dos rapazes, desde jovens espartanos, os antigos bretões, os peles-vermelhas, até os nossos dias. Lenta e cuidadosamente, B-P foi desenvolvendo a ideia do escutismo. Queria estar certo de que a ideia podia ser posta em prática, e por isso, no verão de 1907 foi com um grupo de 20 rapazes separados por 4 patrulhas (Maçarico- Real, Corvo, Lobo, Touro) para a Ilha de Brownsea, no Canal da Mancha, para realizar o primeiro acampamento escuteiro que o mundo presenciou. O acampamento teve um completo êxito. Nos primeiros meses de 1908, lançou em seis fascículos quinzenais o seu manual de adestramento, o "Escutismo para Rapazes" sem sequer sonhar que este livro iria por em acção um movimento que afectaria a juventude do mundo inteiro. Mal tinha começado a aparecer nas livrarias e nas bancas de jornais e já surgiram patrulhas e tropas de escuteiros não apenas na Inglaterra, mas em muitos outros países. O movimento cresceu tanto que em 1910, B-P compreendeu que o Escutismo seria a obra a que dedicaria a sua vida. Teve a visão e a fé de reconhecer que podia fazer mais pelo seu país adestrando a nova geração para a boa cidadania do que preparando meia-dúzia de homens para uma possível futura guerra. Pediu então demissão do Exército onde havia chegado a tenente-general e ingressou na sua "segunda vida", como costumava chamá-la, sua vida de serviço ao mundo por meio do Escutismo. Em 1912, fez uma viagem à volta do mundo para contactar os escuteiros de muitos outros países. Foi este o primeiro passo para fazer do Escutismo uma fraternidade mundial. A Primeira Guerra Mundial momentaneamente interrompeu este trabalho, mas com o fim das hostilidades foi recomeçado, e em 1920 escuteiros de todas as partes do mundo reuniram-se em Londres para a primeira concentração internacional de escuteiros: o Primeiro Jamboree Mundial. Na última noite deste Jamboree, a 6 de Agosto, B-P foi proclamado "Escuteiro-Chefe-Mundial" sob os aplausos da multidão de rapazes. O Movimento Escuteiro continuou a crescer. No dia em que atingiu a "maioridade" completando 21 anos contava com mais de 2 milhões de membros em praticamente todos os países do mundo. Nesta ocasião, B-P recebeu do rei Jorge V a honra de ser elevado a barão, sob o nome de Lord Baden-Powell of Gilwell. Mas apesar deste título, para todos os escuteiros ele continuou e continuará sempre sendo B-P, o Escuteiro-Chefe-Mundial. Sua esposa, Lady Olave Baden-Powell, fora uma entusiástica colaboradora em todos os seus esforços, e que era a Chefe-Mundial das "Girl Guides" (Guias), movimento também iniciado por Baden-Powell.
Escotismo no Brasil 



Rapidamente o escotismo se espalhou por vários países do mundo. No Brasil o Escotismo foi fundado em 1910 na cidade do Rio de Janeiro, sendo chamado de "Centro de Boy Scouts do Brasil", organizado por Sub-oficiais dos encouraçados "Minas Gerais", "São Paulo" e "Bahia"que, na Inglaterra, haviam estado em contato com o Movimento Escoteiro recém criado por Baden-Powell.

O escotismo, nascido na Inglaterra, não respeitou fronteiras e alastrou-se por outros países, e já em 1920, em Londres, reuníram-se, num grande acampamento, Escoteiros de várias nacionalidades. Desde então o crescimento do escotismo foi grande e nem as duas guerras mundiais conseguiram enfraquecê-lo. Foi neste primeiro acampamento mundial, chamado de Jamboree, que 20.000 jovens aclamaram B-P., Escoteiro-Chefe Mundial.

Depois de vários anos de dedicação ao Escotismo, viajando pelo mundo e fundando Associações Escoteiras em vários países, B-P. sentiu suas forças declinarem. Retirou-se, então para uma propriedade que possuía próxima à cidade de Nairobi, Quênia, na África. Ali, na companhia da esposa, dividia o tempo entre a pintura, a numerosa correspondência e a visita de amigos. Faleceu na madrugada de 8 de janeiro de 1941, enquanto dormia. 


quinta-feira, 14 de julho de 2011

Um sonho! Uma Promessa!

O Padre Antonio Girotti, tinha um sonho, um sonho de ser escoteiro, como achava, não podia mais realiza - lo então resolveu fundar um grupo de escoteiros na Paróquia Nossa Senhora do Carmo em Presidente Prudente na vila Maristela, o grupo deve tudo ao sonho do padre, que no ultimo dia 12 de julho, em uma missa, cujo liturgia era responsabilidade do GE Monte Carmelo, como surpresa o grupo decidiu realizar este sonho, a investidura, e a promessa escoteira do padre tuti, a cerimonia correu de acordo como manda o figurino, em surpresa o padre, recebeu, lenço do grupo como investidura, distintivo de promessa escoteira, e certificados dos mesmos.
A promessa ocorreu durante a missa, com apresentação da Bandeira Nacional, Bandeira do Grupo, e foi ministrada, pelo nosso Diretor Presidente Marcelo Trinca. O desfecho contou com um Sempre Alerta do padre, respondido por todos os escoteiros que ali estavam, Salvando também a presença de nossos irmãos escoteiros do GE Guayporé.
Até que provem o contraio essa foi a primeira vez que um Padre durante uma celebração eucarística realizou sua promessa escoteira, e celebrou a missa com o lenço escoteiro investido.
Parabéns Padre Tuti e SEMPRE ALERTA PARA SERVIR!

terça-feira, 12 de julho de 2011

V JAMBOREE NACIONAL ESCOTEIRO

Tema do Evento: MUITAS ORIGENS, UM SÓ PAÍS
Data e local: 15 a 20 / julho / 2012 - VILA MILITAR / GERICINÓ – Rio de Janeiro/RJ

A proposta educativa do V Jamboree Nacional Escoteiro está fundamentada nos conceitos básicos do
Movimento Escoteiro, contribuindo na formação de pessoas comprometidas com a Comunidade, que
assumam responsabilidades na construção de um mundo melhor. Pretendemos que o Jamboree, além de ser
um ambiente de amizade e integração, seja um espaço para informar, conscientizar e comprometer os jovens
em ações e projetos concretos que ajudem na construção do mundo que almejamos.

mais informações - www.escoteiros.org ou acesse o link da UEB no nosso Blog!

SAPS!

GE Monte Carmelo Participa de ato cívico de 9 de Julho!

No ultimo dia 9 de julho de 2011, os Grupos Escoteiros Guayporé 186/SP e Monte Carmelo 146/SP, após o ato cívico de 9 de julho realizado no monumento erguido em memoria aos combatentes da nossa cidade de Presidente Prudente que participaram da Revolução Constitucionalista de 1932, com o apoio da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Presidente Prudente, Polícia Militar, Rotary Club e UNIESP de Presidente Prudente, plantaram 79 mudas de arvores, simbolizando os 79 anos da Revolução, as margens do Córrego do Cedrinho com o intuito de conscientizar a necessidade de reflorestamento das margens dos rios e córregos que cortam nossa cidade.

Aldo Chiorato (5 de outubro de 1922) foi escoteiro em Campinas onde ocorreu um dos poucos bombardeios aereo na Revolução Consticionalista de 1932.

Beneficiario do Grupo Escoteiro Ubirajara, da Associação dos Escoteiros de Campinas; era aluno do Grupo Escolar Orozimbo Maia sendo que há epoca era comum a vinculação das duas instituições.
Campinas, por ser entroncamento ferroviário, era muito assediada pela aviação “Legalista” que, com seus “Vermelhinhos” castigava constantemente a cidade e seus postos de resistência.
Em um desses ataques, logo pela manhã do dia 18 de setembro de 1932, uma série de estilhaços – 13 ao todo – atinge o escoteiro que, ferido mortalmente, não abandona seu bornal de mensageiro.
Ele estava entregando correspondência e o local, segundo levantamento feito por Chico Marcondes, foi o corredor de uma residência no centro próximo à estação da estrada de ferro Cia Mogiana e Paulista.

(informações site de pesquisa google, 12/07/2011).
fotos: GE Monte Carmelo e GE Guayporé.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Grande Acampamento GE Guayporé 25 anos!



Nos últimos dias 02 e 03 de julho aconteceu o grande acampamento do G.E. Guayporé em comemoração dos seus 25 anos, o acampamento contou com todo o parâmetro escoteiro, e contou com a presença de  muitos grupos da região.
O G.E. Monte Carmelo, participou e faturou, bandeirolas no ramo Lobo, e no ramo Escoteiro.